Além de sofrer com a própria doença, ainda tem que conviver com pessoas que não compreende como familiares, amigos e a vergonha social. As pessoas costumam fazer um julgamento moral, classificando as crises como “frescura” e “fraqueza”.
Ouvir frases como: “relaxe”, “deixe de bobagem”, “não seja fraco”, “você consegue”, “lute contra isso”. Deveria ser: Perguntar como pode ajudá-la, ser paciente, procurar não entrar em pânico também. Por outro lado, deve-se ter cuidado para não criar uma situação de chantagem e dependência.
Os familiares devem fazer é procurar ajuda para entender o transtorno e aceitar que esta é uma doença que precisa de tratamento e de apoio. Assim como qualquer outra doença, ninguém escolhe ficar doente. Geralmente, os indivíduos com Transtorno do Pânico têm menos crises quando estão acompanhadas por outras que as compreendem. A família deve dar o maior apoio e assistência, pois é de extrema importância para o andamento do tratamento, é parte fundamental para um bom e adequado resultado. Ela gera sensação eminente de morte.  Essa situação é assustadora.  Ao acreditar que pode morrer, o sujeito amplia consideravelmente seus sintomas e sinais. Existem pessoas que estão ao redor e transmite mais sintomas ruins pois além da crise existe o medo da vergonha dos seus sintomas, pois por mais que se sabe que não vai acontecer a sensação diz outra coisa: no caso você vai morrer. E é incontrolável.