Termo geral que designa um conjunto de psicoses internas cujos sintomas fundamentais apontam a existência de uma dissociação da ação e do pensamento, expressa em uma sintomatologia variada, como delírios de perseguição, alucinações, especialmente auditivas, desligamento afetivo etc.
O “esquizofrênico” mora ao lado. Pode ser qualquer um, cada um tem seus surtos uns mais pesados, outros brandos, alguns sempre terão os sintomas e outros o surto pode acontecer depois de algum tipo de trauma. O esquizofrênico um dia pode ser você. A pessoa pode viver situações extremas e dores inimagináveis. Ele poderá se perguntar se pode confiar em sua própria mente. O ataque de esquizofrenia é o verdadeiro inferno, começar a temer a realidade, de descobrir que tudo aquilo que lhe parecia lógico e racional não passa de um surto, uma criação da química do seu cérebro. É o que os psiquiatras dizem. Acredito que não é porque outras pessoas não vivam aquilo não significa que não exista. Mas é claro que há a possibilidade de superar isso. Entender sua condição e procurar o tratamento adequado. Ninguém gosta de ser taxado de “esquizofrênico”, um doente mental. Ele lutará contra o preconceito, contra a visão distorcida que a sociedade tem de pessoas como ele. É verdade que, muitas vezes, distinguirá nos acontecimentos de sua crise do real com a ilusão. Mas dá para viver uma vida normal. É difícil conviver com uma pessoa em crise. Mas é importante o apoio de família e amigos.
É sombrio passar uma crise sozinho, acompanhado também que nada que alguém te falar vai fazer você mudar a alucinação para a realidade no surto.

Cuide de quem passa por isso, não tente entender, só espere a crise passar. Aí sim a pessoa vai entender que foi só mais uma crise.